Revista Mix

Filmes

Cinema, dados e indicações

Lacração sem limites.

A disney está aos poucos, aprendendo que certos tipos de pautas não dão lucros. Depois de assumir a militância progressista, a Disney tem amargado alguns prejuízos no cinema. A bola da vez é o longa infantil “Lightyear”. Acusado de promover a agenda LGBT, o filme teve grande rejeição nos Estados Unidos e banido em outros países. Para os padrões das grandes produções, quase não cobre o cust

Aposta da DC: Adão Negro

Um domingo em família. Quando o jovem Josh Wheaton entra para a universidade, conhece um arrogante professor de filosofia que não acredita em Deus. O aluno reafirma a própria fé, e é desafiado pelo professor a provar a existência de Deus. O jovem então resolve dissertar opiniões, fazendo um paralelo entre cristianismo e ciência. Filme capaz de levar à reflexão sobre a existência divina e à sabedoria das

Clássico, o melhor de todos

Adivinhem quem foi o diretor do melhor filme da sequência que explora a guerra entre homens e máquinas? Sim, James Cameron. Vale a pena rever o longa de 1991, ainda não superado pelos sucessores. Ambientando nos 80 e 90, com uma pegada Dark e ambiente acizentado, o longa traz a assustadora sensação apocalíptica de total subjugação e possível extermínio da raça humana sob o domínio das máquinas.

Aposta descontinuada

Uma das apostas nos cinemas da DC é Adão Negro. Interpretado pelo ator Dwayne Johnson., dividiu as críticas no cinema. A quem diga que a fórmula não teve muito a oferecer, uma parcela acusou de ser a imagem do primeiro filme dos Vingadores, outra um verdadeiro estereótipo de The Rock: Longa sem conexão com outros filmes da DC de histórias interligadas. Bons efeitos especiais e um semideus que não se curva a ninguém.

Macho à moda antiga

Acusado de masculinidade tóxica, o rameke Top Gun: Maverick rompe as bilheterias do mundo. Parece que o público ainda prefere ver masculinidade à moda antiga e cheio de testosterona. Na contramão da agenda atual, Maverick não está nem aí para causas progressistas e faz o delírio da plateia. Faturamento de US$ 1,496 bilhão contra um custo de US$ de 170 milhões. Spielberg declarou: salvou Hollywood.

Demorou, mas entregou.

Perfeccionista, James Cameron esperou pelo aprimoramento da tecnologia para trazer a sequência de Avatar. Surpreendeu o mundo outra vez, quando no primeiro longa reinventou a tecnologia 3D. Na época a novidade reascendeu o desejo de ir ao cinema. Resultado, arrecadou a maior bilheteria da história. Acostumado aos longas de sucesso, a sequência Avatar 2 dá o repeteco na telona com mais de US$ 2 bilhões de arrecadação.

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